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5 dicas para quem quer exportar

In Comércio Exterior by Julia Gazzinelli0 Comments

Se entrar em novos mercados, conquistar novos clientes e se destacar na área em que atua fazem partes dos seus planos, a exportação pode ser o caminho mais promissor para sua empresa. Apesar de parecer um processo complexo e algo só para os “grandes”, com estudos, planejamento e cautela, exportar pode ser muito mais fácil do que parece! Confira nesse post 5 dicas para quem quer se tornar um exportador.

Exportar realmente é o melhor caminho?
Exportar é, de maneira simplificada, enviar os produtos nacionais para outros países. Conforme podemos conferir nesse conteúdo, é um processo que traz consigo determinadas vantagens e desvantagens. Por isso, a primeira dica é fazer uma análise do mercado internacional e do modelo de negócios da sua organização, para, assim, verificar a viabilidade da exportação.

A partir dessa análise, é possível compreender fatores como capacidade produtiva, fatia de mercado que a empresa abrange (Market Share), público-alvo e necessidades de adaptação. Além disso, deve-se verificar se seu negócio está devidamente regulamentado para atuar no comércio exterior, ou seja, se está inscrito no Registo de Exportadores e Importadores (REI).   

Esteja atento às leis de cada país e aos acordos de comércio internacional
Ter conhecimento dos fatores sócio-políticos, ou seja, das leis locais e do país com o qual terá que lidar (chamando-o aqui de importador), é essencial.

No Brasil, por exemplo, existem isenções fiscais às empresas que exportam, como do IPI – Imposto Sobre Produtos Industrializados, do ICMS – Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social, IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras, entre outros. Através desse conhecimento, é possível fazer uma pré-seleção de mercados e fazer, assim, da legislação uma de suas principais aliadas.

Essa pré-seleção deve, por sua vez, ser complementada com a noção e compreensão adequadas dos acordos de comércio internacional. Isso porque são eles que proporcionam redução ou isenção de imposto de importação para quem compra e ampliação do acesso ao mercado externo para quem vende – aumentando seu faturamento e nível de competitividade.

Conheça muito bem o seu produto e sua demanda
Analise detalhadamente seu produto. Ele deve atender às normas técnicas, aos aspectos tecnológicos e ao design do mercado-alvo.

Segundo o especialista em comércio exterior Nicola Minervini, uma forma de obter esse conhecimento é visitar feiras internacionais do seu setor de atuação, sendo esta uma importante oportunidade para medir sua competitividade e suas condições de preço, tecnologia e design em relação aos demais produtos mundiais.

Conhecendo seu produto, é preciso saber se existe ou não demanda para ele no país-destino. Isso exige uma pesquisa de mercado para, inicialmente, aferir as perspectivas de venda no mercado externo, as tendências, as expectativas, além do reconhecimento da concorrência, das oportunidades e das ameaças.

Trabalhe com parcerias
A palavra de ordem é rede. Estabelecer parcerias, segundo o especialista Minervini, é o melhor caminho para garantir sucesso na sua jornada internacional.

Algumas modalidades típicas de parcerias são:

  • Representação comercial local.
  • Transferência tecnológica (licenciamento de produtos, serviços etc.).
  • Contratos de distribuição local.
  • Contratos de produção e/ou montagem local.
  • Joint-ventures com empresas locais de produtos complementares ou até mesmo concorrentes (que queiram diversificar sua linha de produtos, por exemplo) 

Essas modalidades podem fazer mais ou menos sentido para sua empresa, dependendo do momento de seu desenvolvimento e de seu projeto de internacionalização. Para saber qual deve adotar, uma avaliação estratégica deve ser realizada.

Busque o apoio de uma consultoria em gestão
A informação é o maior valor que uma empresa possui. Ela deve ser tratada e gerenciada com muito cuidado. A falta de conhecimento ou experiência no assunto pode gerar sérios prejuízos aos planos de um empreendedor de exportar seus produtos. E é nesse ponto que a consultoria se torna fundamental para trazer vantagens em relação aos concorrentes internos, diversidade de mercados e aumento da rentabilidade da empresa.   

Esta consultoria, além de ajudar a empresa na identificação de mercados e clientes em potencial no mercado de interesse, ainda pode cuidar das questões logísticas e traçar a rota dos produtos a serem exportados, sempre buscando o melhor custo-benefício. Com essas dicas em mente, você deseja tornar-se um exportador? Entre em contato a Ação Júnior para entender melhor como fazê-lo através dos nossos serviços de consultoria em gestão!

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Julia Gazzinelli
Consultora na Ação Júnior e estudante de Relações Internacionais na Universidade Federal de Santa Catarina

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