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Controle Financeiro: Como Administrar seu Negócio

Você tem a real noção de como está o seu negócio? Quais serão as próximas decisões à tomar? Você tem controle da sazonalidade que o seu negócio sofre? Essas e outras dúvidas podem ser respondidas através de um Controle Financeiro adequado, gerando resultados para tomadas de decisões melhores. Para uma administração efetiva, são necessárias medidas estratégicas que, aplicadas com precisão no dia-a-dia da empresa, auxiliam o gestor a obter resultados conforme passa pelos estágios de crescimento e a administração do seu negócio se torna mais complexa. Este conteúdo abordará sobre como o Controle Financeiro possibilita lidar com a condição financeira do seu negócio, evitando surpresas desagradáveis e permitindo a visualização de lucros.

1. O Controle Financeiro

São várias as tarefas administrativas de uma empresa, que podem estar relacionadas com a gestão de pessoas, gestão comercial, gestão financeira e estrutura física. Uma área em especial, que influencia diretamente na saúde do negócio e o direciona tanto para o sucesso – se há um controle efetivo – quanto para o fracasso, é a área financeira.

Ter um controle financeiro significa usufruir da consciência acerca do próprio negócio, sabendo quando, como e onde investir. Isso norteia o equilíbrio de contas, a prevenção de possíveis eventualidades, o destino correto do lucro para determinadas áreas e, sobretudo, o uso consciente dos recursos disponíveis.

Antes de iniciar, o gestor deve separar quais são as entradas e saídas no caixa da empresa. Administrar as despesas e custos, através de um sistema de registro e controle, permite a consciência da situação financeira real em que a empresa se encontra. Para isso, indicamos o uso de um Fluxo de Caixa. Nesse link você encontrará uma planilha desenvolvida pela Ação Júnior, além de 5 dicas que darão maior embasamento para poder iniciar a estruturação da área financeira e assim, completar as tarefas de administração com êxito.

2. Ações que se Completam

A administração de um negócio inclui diversas ações que dependem uma das outras para tornarem completas. Para alavancar os resultados da sua empresa, é necessário antes saber onde você deseja chegar.

Em suma, a gestão de finanças deve ter base em um planejamento, o qual demanda uma estrutura organizada da contabilidade, para gerar a perspectiva de um caminho a ser seguido. Neste caso, a definição de metas é extremamente útil, e, para validá-las, a técnica SMART permite definir indicadores mais tangíveis e estratégicos, como a especificidade ou a relevância de cada um.

O Planejamento Financeiro está diretamente ligado, também, à administração do seu negócio em períodos de crise. A palavra “crise” pode assustar, mas acontece com muita frequência e exige que o gestor esteja preparado. Segundo a plataforma online do SEBRAE, esse cenário envolve “renegociar prazos com clientes e fornecedores, dívidas em instituições financeiras, protestos, negativações, ações de execução, enfim, fazer escolhas difíceis em tempos difíceis”. Os cenários auxiliam na elaboração de planos de ação, de acordo com a demanda do momento, e por isso o Controle Financeiro é indispensável para manter a competitividade do negócio e a estabilidade orçamentária do mesmo.

3. As implicações negativas

Um dado levantado pelo IBGE mostra que 22% dos negócios no país não completam um ano de vida. Muitos casos de falência já no primeiro ano são provocados por falta de planejamento e controle financeiro. Isso se dá pelo fato do empreendedor ser inexperiente e não dar a devida importância para tal área.

O maior impacto negativo disso é a falta de visão clara sobre todas as áreas do negócio. Faltarão objetivos, orçamentos, ferramentas de controle e métricas de acompanhamentos efetivas. Sem esses pontos, é muito difícil identificar gaps específicos que precisam ser melhorados, além de não entender qual é o comportamento financeiro atual e futuro.

Em mercados com alta rotatividade, uma empresa mal administrada pode ceder às fraquezas externas. Ao nortearem suas atividades conforme a situação imposta sobre elas, perdem o poder de tomar decisões estratégicas e inovar.

Outra questão negativa é o desconhecimento da estrutura de custos da empresa. Sem ele, atribui-se uma atitude mais passiva em relação aos gastos, não planejando e nem distribuindo corretamente os investimentos. Além de não adotar uma política de redução de custos, compromete a lucratividade.

4. Benefícios adquiridos por uma boa gestão

Depois de entender um pouco mais sobre o controle financeiro, é interessante conhecer alguns dos benefícios que ele traz, certo? Alguns deles são:

4.1 Business Intelligence

Juntamente com a coleta dos dados, vê-se a necessidade de interligar esses dados junto à outras informações pertinentes do negócio. Isso pode ser feito por meio de planilhas ou softwares adequados, tomando cuidado para que dados não se percam. Assim, é possível analisar tais informações com atenção e tomar atitudes mais decisivas.

4.2 Agiliza a tomada de decisão

Uma grande vantagem de possuir o domínio da situação financeira é a consulta rápida e estratégica de seus resultados. Acompanhando suas metas anteriormente estabelecidas, evita-se uma gestão reativa de reparação de erros, dando espaço a uma gestão proativa, assim como o foco em inovação e antecipação perante ao mercado.

4.3 Realiza feedbacks precisos

Por fim, outro grande benefício é o fato de que o gestor pode realizar feedbacks precisos junto à sua equipe. Afinal, ele terá as informações de que precisa em tempo real, e poderá corrigir o rumo sempre que julgar necessário. Assim, os colaboradores se mantêm informados e a gestão mais atuante.

Na Ação Júnior, nossos clientes recebem acompanhamento em sua gestão para que alcancem cenários positivos na área financeira. Agende um diagnóstico gratuito conosco para que, juntos, possamos melhorar a sua gestão financeira!

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